Este artigo compartilha experiências da equipe de energizadores
na 41ª edição do curso Imersão Projecioterápica (IP), explorando
o papel do energizador, suas funções e efeitos observados no campo
bioenergético. A análise inclui relatos, discussões sobre parapercepções
e fenômenos energéticos, além da relação histórica entre energizadores
e práticas de cura em diferentes culturas.
Conscientiotherapia Juliana Remedios, Ermania Ribeiro, Giuliano Silveira Derrosso, Christovão Peres Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09)
O Atendimento Projecioterápico (AP) é a nova modalidade
assistencial da Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC),
fundamentada na aplicação das técnicas da Projecioterapeuticologia.
Este artigo apresenta o histórico de implementação do AP, a estrutura
adotada, os ajustes realizados e os relatos de experiência da equipe de
projecioterapeutas e dos evolucientes no primeiro ano de funcionamento.
Foram realizados, nesse primeiro ano, 106 atendimentos, incluindo sessões
pontuais e intensivas, nas unidades de Foz do Iguaçu e São Paulo.
A metodologia foi a utilização dos registros das experimentações, das
avaliações e dos balanços grupais realizados pela instituição. Os dados
sugerem benefícios interassistenciais relevantes, notadamente no campo
bioenergético específico, nas manifestações projetivas e no aprofundamento
do parapsiquismo. O texto também discute desafios e potencialidades
da técnica, propondo continuidade dos estudos e a construção de
laboratório especializado.
Conscientiotherapia Patrícia Pandolfo, Juliana Remedios, Carina Freire, Luísa Consciência, Maximiliano Haymann, Gelson Oliveira, Ermania Ribeiro, Gabriel Lara, Guilherme Ribeiro, Christovão Peres Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09)
Esse artigo tem como objetivo definir e classificar as modalidades de consciencioterapia disponíveis na OIC e esclarecer sobre a importância do seu uso na auto e heteroconsciencioterapia. Os dados apresentados foram coletados por pesquisa bibliográfica sobre o assunto, levantamento do histórico e na teática da autora enquanto executiva dos recursos consciencioterápicos no voluntariado da OIC. Conclui-se que as modalidades consciencioterápicas classificam-se em dois ramos principais: modalidade clínica e modalidade educativa; a taxonomia das modalidades consciencioterápicas facilita a utilização e diferenciação destas no momento da prescrição; as modalidades podem ser utilizadas em qualquer fase do ciclo consciencioterápico, na auto e heteroconsciencioterapia, por auto ou heteroprescrição; é possível observar os inúmeros benefícios da aplicação das modalidades consciencioterápicas oferecidas pela OIC, que se estendem desde o desassédio inicial na fase de autoinvestigação, até o autodesassédio profundo na fase de autossuperação; a aplicação de duas ou mais modalidades consciencioterápicas conjuntas pode favorecer a autoconsciencioterapia na qualificação da vivência do ciclo consciencioterápico e na ampliação da autocognição promotora da autocura; evidencia-se a necessidade de aprofundamento através de estudos e pesquisas dos efeitos da aplicação das modalidades consciencioterápicas na consciencioterapia.
Conscientiotherapia Ermania Ribeiro Ano 7, N. 7, Setembro, 2018 (2018-09)
Este artigo objetiva descrever a técnica da maternagem consciencioterápica a ser utilizada no consultorium consciencioterápico. A pesquisa foi fundamentada em observações e aplicações da técnica pela autora e colegas consciencioterapeutas durante atendimentos consciencioterápicos. Verificou-se que a técnica da maternagem consciencioterápica viabiliza a formação de campo energético propício ao abertismo e autoexpressão do evoluciente, podendo ser ferramenta consciencioterápica eficaz quando o evoluciente necessitar de maior apoio emocional e energético em qualquer das 4 fases da autoconsciencioterapia.
Conscientiotherapia Ermania Ribeiro Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)
Este artigo objetiva compreender a manifestação da autossujeição na relação afetivo-sexual e apresentar técnicas autoconsciencioterápicas utilizadas pela autora na busca da remissão desta patologia. A metodologia da pesquisa está fundamentada no Paradigma Consciencial, na revisão bibliográfica sobre dupla evolutiva e no levantamento de dados da autoconsciencioterapia da autora. O artigo está estruturado em duas seções: I. Relação afetivo-sexual e II. Autoconsciencioterapia. Conclui-se que a autocura da parapatologia da autossujeição na relação afetivo-sexual requer despojamento para o autoenfrentamento das posturas anacrônicas e investimento no relacionamento íntimo saudável através da aplicação da técnica da dupla evolutiva para promoção da autossuperação com foco no exercício do binômio admiração-discordância.
Conscientiotherapia Ermania Ribeiro Ano 5, N. 5, Setembro, 2016 (2016-09)